Em desesperos, vândalos bolsonaristas escalaram terror e destriução em Brasília. Tudo ocorreu após confronto contra a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), quando seguidores de Jair Bolsonaro (PL) atearam fogo em ônibus no centro de Brasília.
O ônibus estava na entrada da rodoviária, perto do shopping Conjunto Nacional. Não há informações sobre vítimas.
Imagens mostravam o cenário de vandalismo e terror. O veículo pegou fogo completamente. Outros carros que estavam na via tentaram sair do local.
A assessoria de imprensa da PMDF informou que pediu reforço de viaturas de todas as partes do Distrito Federal para conter o conflito.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), informou ter acionado todas as forças policiais para conter o conflito causado por bolsonaristas, na noite desta segunda-feira (12/12), no centro de Brasília. O chefe do Executivo local informa que o Batalhão de Operações Especiais (Bope), Grupo Tático Operacional (Gtop) 5 e 6 estão nas ruas. “A ordem é prender os vândalos”.
O senador eleito pelo Estado do Maranhão, Flávio Dino (PSB), anunciado ministro da Justiça e Segurança Pública do novo governo, condenou os ataques dos terroristas que tentaram invadir a sede da PF, em Brasília, na noite desta segunda-feira (12).
“Inaceitáveis a depredação e a tentativa de invasão do prédio da Polícia Federal em Brasília”, escreveu o novo ministro da Justiça. “Ordens judiciais devem ser cumpridas pela Polícia Federal. Os que se considerarem prejudicados devem oferecer os recursos cabíveis, jamais praticar violência política”, escreveu Dino por meio do Twitter.
A impressão que se tem é que a “ficha está caindo”, de que foram efetivamente derrotados na eleição presidencial, em 30 de outubro. Tudo indica que o desespero dos bolsonaristas aumentou.
O confronto nesta segunda-feira começou após a PF prender o cacique Tserere Xavante, apoiador do chefe do Executivo, após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O cacique faz parte do grupo de indígenas que invadiu a sala de embarque do Aeroporto Internacional de Brasília no último dia 2 de dezembro.
Jornalistas de vários veículos de imprensa teriam estado no local e flagraram homem arrancando lixeira enquanto o confronto ocorria no fim da rua.
Nesta segunda-feira (12), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi diplomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) presidente eleito do Brasil pela terceira vez.
Lula se comprometeu, em discurso, em desenvolver o país, em lutar contra a fome e em defender a democracia. A cerimônia também diplomou Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente eleito da República.
Conduzido por Alexandre de Moraes, presidente do TSE, o evento contou com a presença da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, dos ex-presidentes da República José Sarney e Dilma Rousseff, de seis ministros do STF, do procurador-geral da República, Augusto Aras, e de diversas lideranças políticas, que demonstraram o apoio à democracia e a confiança nas urnas eletrônicas.
“É com o compromisso de construir um verdadeiro estado democrático, garantir a normalidade institucional e lutar contra todas as formas de injustiça que recebo, pela terceira vez, o diploma de presidente eleito do Brasil, em nome da liberdade, da dignidade e da felicidade do povo brasileiro”, disse Lula na diplomação.
Lula reforçou que lutará para “fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo para as pessoas mais necessitadas”.
O presidente eleito ainda disse: “democracia é muito mais do que o direito de se manifestar livremente contra a fome, o desemprego, a falta de saúde, educação, segurança e moradia. Democracia é ter alimentação de qualidade, ter emprego, saúde, educação, segurança e moradia”.
Ele ainda fez uma saudação aos partidos que o apoiaram no primeiro e no segundo turno, que formaram “uma verdadeira frente ampla contra o autoritarismo”, e disse que já na transição está buscando ampliar a aliança para outras legendas.
Lula ainda frisou que, com o gabinete de transição, “tomamos conhecimento do deliberado processo de desmonte das políticas públicas e dos instrumentos de desenvolvimento levado a cabo por um governo de destruição nacional”, informou.
Lula e o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, fizeram discursos rechaçando os ataques que foram feitos contra a democracia e as instituições ao longo dos últimos quatro anos.
“Quero dizer que muito mais que a cerimônia de diplomação de um presidente eleito, esta é a celebração da democracia. Poucas vezes na história recente deste país a democracia esteve tão ameaçada”, enfatizou o presidente diplomado.
Lula destacou “a coragem do STF e do TSE, que enfrentaram toda sorte de ofensas, ameaças e agressões para fazer valer a soberania do voto popular” e cumprimentou os ministros das Cortes pela firmeza na “defesa da democracia e na lisura do processo eleitoral nesses tempos tão difíceis. A história há de reconhecer sua coerência e sua fidelidade à Constituição”.
“Que fique bem claro: jamais renunciaremos à defesa intransigente da liberdade de expressão, mas defenderemos até o fim o livre acesso à informação de qualidade, sem mentiras e sem manipulações que levam ao ódio e à violência política. Nossa missão é fortalecer a democracia”, completou Lula.
“Os inimigos da democracia lançaram dúvidas sobre as urnas eletrônicas, cuja confiabilidade é reconhecida há muito tempo em todo o mundo, ameaçaram as instituições” e utilizaram ilegitimamente da máquina pública para tentar continuar na Presidência.
Leia a íntegra do discurso de Lula no TSE:
Em primeiro lugar, quero agradecer ao povo brasileiro, pela honra de presidir pela terceira vez o Brasil.
Na minha primeira diplomação, em 2002, lembrei da ousadia do povo brasileiro em conceder – para alguém tantas vezes questionado por não ter diploma universitário – o diploma de presidente da República.
Reafirmo hoje que farei todos os esforços para, juntamente com meu vice Geraldo Alckmin, cumprir o compromisso que assumi não apenas durante a campanha, mas ao longo de toda uma vida: fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo os mais necessitados.
Quero dizer que muito mais que a cerimônia de diplomação de um presidente eleito, esta é a celebração da democracia.
Poucas vezes na história recente deste país a democracia esteve tão ameaçada.
Poucas vezes na nossa história a vontade popular foi tão colocada à prova, e teve que vencer tantos obstáculos para enfim ser ouvida.
A democracia não nasce por geração espontânea. Ela precisa ser semeada, cultivada, cuidada com muito carinho por cada um, a cada dia, para que a colheita seja generosa para todos.
Mas além de semeada, cultivada e cuidada com muito carinho, a democracia precisa ser todos os dias defendida daqueles que tentam, a qualquer custo, sujeitá-la a seus interesses financeiros e ambições de poder.
Felizmente, não faltou quem a defendesse neste momento tão grave da nossa história.
Além da sabedoria do povo brasileiro, que escolheu o amor em vez do ódio, a verdade em vez da mentira e a democracia em vez do arbítrio, quero destacar a coragem do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, que enfrentaram toda sorte de ofensas, ameaças e agressões para fazer valer a soberania do voto popular.
Cumprimento cada ministro e cada ministra do STF e do TSE pela firmeza na defesa da democracia e da lisura do processo eleitoral nesses tempos tão difíceis.
A história há de reconhecer sua coerência e fidelidade à Constituição.
Essa não foi uma eleição entre candidatos de partidos políticos com programas distintos. Foi a disputa entre duas visões de mundo e de governo.
De um lado, o projeto de reconstrução do país, com ampla participação popular. De outro lado, um projeto de destruição do país ancorado no poder econômico e numa indústria de mentiras e calúnias jamais vista ao longo de nossa história.
Não foram poucas as tentativas de sufocar a voz do povo.
Os inimigos da democracia lançaram dúvidas sobre as urnas eletrônicas, cuja confiabilidade é reconhecida em todo o mundo.
Ameaçaram as instituições. Criaram obstáculos de última hora para que eleitores fossem impedidos de chegar a seus locais de votação. Tentaram comprar o voto dos eleitores, com falsas promessas e dinheiro farto, desviado do orçamento público.
Intimidaram os mais vulneráveis com ameaças de suspensão de benefícios, e os trabalhadores com o risco de demissão sumária, caso contrariassem os interesses de seus empregadores.
Quando se esperava um debate político democrático, a Nação foi envenenada com mentiras produzidas no submundo das redes sociais.
Eles semearam a mentira e o ódio, e o país colheu uma violência política que só se viu nas páginas mais tristes da nossa história.
E no entanto, a democracia venceu.
O resultado destas eleições não foi apenas a vitória de um candidato ou de um partido. Tive o privilégio de ser apoiado por uma frente de 12 partidos no primeiro turno, aos quais se somaram mais dois na segunda etapa.
Uma verdadeira frente ampla contra o autoritarismo, que hoje, na transição de governo, se amplia para outras legendas, e fortalece o protagonismo de trabalhadores, empresários, artistas, intelectuais, cientistas e lideranças dos mais diversos e combativos movimentos populares deste país.
Tenho consciência de que essa frente se formou em torno de um firme compromisso: a defesa da democracia, que é a origem da minha luta e o destino do Brasil.
Nestas semanas em que o Gabinete de Transição vem escrutinando a realidade atual do país, tomamos conhecimento do deliberado processo de desmonte das políticas públicas e dos instrumentos de desenvolvimento, levado a cabo por um governo de destruição nacional.
Soma-se a este legado perverso, que recai principalmente sobre a população mais necessitada, o ataque sistemático às instituições democráticas.
Mas as ameaças à democracia que enfrentamos e ainda haveremos de enfrentar não são características exclusivas de nosso país.
A democracia enfrenta um imenso desafio ao redor do planeta, talvez maior do que no período da Segunda Guerra Mundial.
Na América Latina, na Europa e nos Estados Unidos, os inimigos da democracia se organizam e se movimentam. Usam e abusam dos mecanismos de manipulações e mentiras, disponibilizados por plataformas digitais que atuam de maneira gananciosa e absolutamente irresponsável.
A máquina de ataques à democracia não tem pátria nem fronteiras.
O combate, portanto, precisa se dar nas trincheiras da governança global, por meio de tecnologias avançadas e de uma legislação internacional mais dura e eficiente.
Que fique bem claro: jamais renunciaremos à defesa intransigente da liberdade de expressão, mas defenderemos até o fim o livre acesso à informação de qualidade, sem mentiras e manipulações que levam ao ódio e à violência política.
Nossa missão é fortalecer a democracia – entre nós, no Brasil, e em nossas relações multilaterais.
A importância do Brasil neste cenário global é inegável, e foi por esta razão que os olhos do mundo se voltaram para o nosso processo eleitoral.
Precisamos de instituições fortes e representativas. Precisamos de harmonia entre os Poderes, com um eficiente sistema de pesos e contrapesos que iniba aventuras autoritárias.
Precisamos de coragem.
É necessário tirar uma lição deste período recente em nosso país e dos abusos cometidos no processo eleitoral. Para nunca mais esquecermos. Para que nunca mais aconteça.
Democracia, por definição, é o governo do povo, por meio da eleição de seus representantes. Mas precisamos ir além dos dicionários. O povo quer mais do que simplesmente eleger seus representantes, o povo quer participação ativa nas decisões de governo.
É preciso entender que democracia é muito mais do que o direito de se manifestar livremente contra a fome, o desemprego, a falta de saúde, educação, segurança, moradia. Democracia é ter alimentação de qualidade, é ter emprego, saúde, educação, segurança, moradia.
Quanto maior a participação popular, maior o entendimento da necessidade de defender a democracia daqueles que se valem dela como atalho para chegar ao poder e instaurar o autoritarismo.
A democracia só tem sentido, e será defendida pelo povo, na medida em que promover, de fato, a igualdade de direitos e oportunidades para todos e todas, independentemente de classe social, cor, crença religiosa ou orientação sexual.
É com o compromisso de construir um verdadeiro Estado democrático, garantir a normalidade institucional e lutar contra todas as formas de injustiça, que recebo pela terceira vez este diploma de presidente eleito do Brasil – em nome da liberdade, da dignidade e da felicidade do povo brasileiro.
Roberto Jefferson, amigo de Jair Bolsonaro e ex-presidente do PTB, virou réu por quatro tentativas de homicídio, posse ilegal de arma, resistência qualificada e outros crimes por ter atacado agentes da Polícia Federal que cumpriam um mandado de prisão contra ele.
Na sexta-feira (9), a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra Jefferson foi aceita pela juíza federal substituta Abby Ilharco Magalhães, da 1ª Vara Federal de Três Rios.
Para a juíza, “houve por parte do investigado ao menos a assunção do risco de resultado(s) morte, caracterizando-se assim a modalidade dolosa”.
“Indicativos suficientes de autoria emergem da situação de flagrância, narrada nos depoimentos dos policiais federais que efetivaram as diligências, além da manifestação do próprio acusado em sede inquisitorial”, continuou.
O MPF denunciou Roberto Jefferson por quatro tentativas de homicídio, resistência qualificada, posse de três granadas adulteradas e posse ilegal de arma de fogo.
A denúncia pede que cada agente ferido pelo bolsonarista seja reparado em R$ 50 mil e os outros dois que acompanhavam a operação também tenham a reparação, nesse caso, no valor de R$ 30 mil cada. A denúncia também pede o pagamento de R$ 26.780 pelos consertos que tiveram que ser feitos nas viaturas atingidas.
Roberto Jefferson, mesmo estando em prisão domiciliar, gravou e divulgou vídeos ameaçando os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a democracia.
Quando a PF foi até sua casa para cumprir um mandado de prisão, ele deu 60 tiros e arremessou três granadas contra os agentes. Depois de se entregar, Roberto Jefferson foi transferido para Bangu 8, onde já tinha ficado preso em agosto de 2021.
De acordo com a denúncia aceita pela Justiça, “dolosamente e consciente da ilicitude e reprovabilidade de suas condutas, [Jefferson] tentou matar 4 Policiais Federais, com emprego de explosivo e de meio de que resultou perigo comum”.
O curso de Enfermagem da Universidade de Marília (Unimar), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma capacitação em reanimação cardiorrespiratória (RCP) para a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) Chico Mendes, localizada na Vila dos Comerciários. A atividade teve como objetivo enriquecer os conhecimentos dos colaboradores.
Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem, Prof. Dra. Tereza Lais Menegucci Zutin, foi uma ação que beneficiou ambos os lados. “O curso de Enfermagem, sob supervisão e orientação da Profa Elidia Xavier e seus alunos do 5º ano, capacitaram a equipe de enfermagem e agentes de saúde da unidade, atendendo a solicitação da enfermeira Vivian. A ação enriquecedora, para ambas as partes, visou a melhoria na qualidade do atendimento para a população”, explica.
A capacitação em reanimação cardiorrespiratória foi realizada em parceria com a equipe da Unidade de Saúde, não apenas para os colaboradores da área da saúde. Os participantes receberam orientação teórica e prática, com a utilização dos manequins de simulação.
A docente responsável, professora Elidia Xavier, conta que a proposta é a educação continuada nas unidades e que a capacitação foi um sucesso. “Quando levei a proposta para a enfermeira gerente, que é a Vivian, perguntei qual a necessidade da unidade e ela sugeriu este tema, de reanimação cardiopulmonar, o que coincidiu com a disciplina. Contamos com o laboratório de práticas em saúde da Unimar e os manequins de simulação que ajudaram e avaliaram a execução realizada pelos funcionários. Posso dizer que foi um sucesso, principalmente para os acadêmicos, que desenvolveram o treinamento diante das necessidades levantadas pela enfermeira”, conta.
A acadêmica do quinto termo do curso de enfermagem da Unimar, Milena Jorente Marchi, falou sobre a oportunidade de transmitir seu conhecimento. “Foi muito produtivo participar da capacitação. Creio que RCP é um conjunto de manobra que todo mundo deveria saber, não somente quem é da área da saúde, pois salva vidas. Além de ensinar, aprendi muito, recebemos muita informação, mais conhecimento, que nunca é demais”, destaca.
No domingo (11) um homem foi multado em quase R$ 50 mil por maus-tratos a galos que eram usados para a prática de rinha em Marília.
De acordo com a Polícia Ambiental, 16 galos com sinais de luta foram encontrados em viveiros de madeira em um sítio no bairro Esplanada.
Quatro deles estavam debilitados, com a cabeça e o pescoço machucados. Outros 12 tinham as barbelas e esporas cortadas.
Além dos animais, a polícia localizou um rebolo, espaço onde é realizada a rinha, com traços de uso recente.
O proprietário do sítio foi multado por maus-tratos em R$ 48 mil. Os materiais foram confiscados e os galos foram destinados a uma Organização Não Governamental (ONG) em Marília.
Neste sábado (10) uma menina de 4 anos morreu após se afogar em uma piscina em São José das Laranjeiras, distrito de Maracaí, no interior de São Paulo.
De acordo com a mãe da menina, Gisele Santos Oliveira, o acidente aconteceu, quando a família estava em uma chácara com amigos e outras crianças.
A mãe da menina contou que foi levar o filho mais velho, de 7 anos, ao banheiro, quando a filha mais nova, Sarah, entrou na piscina e se afogou.
Sarah chegou a ser socorrida para o Hospital Beneficente de Maracaí, mas não resistiu e morreu. As causas do acidente ainda serão apuradas pela Polícia Civil da cidade.
O corpo de Sarah foi velado no Velório Municipal, e o sepultamento ocorreu na manhã de domingo, às 10h, no Cemitério de São José das Laranjeiras.
Nas redes sociais, Gisele fez um desabafo sobre a partida precoce da filha.
“Você era tudo para nós. Sua partida foi um choque, hoje não consigo aceitar que isso aconteceu. Você era uma menina tão linda por fora e por dentro. Sempre carinhosa com todos. Sei que nunca mais sentirei seu cheiro, seu carinho, seu amor, mas a vida tem que continuar. Vou rezar sempre por você, minha filha, desejando que você esteja em paz”, diz a publicação.
Anúncio da Premiação aconteceu durante 9° Workshop de Intercâmbio
Nos dias 22 a 24 de novembro, durante a realização do 9º Workshop de Intercâmbio, evento promovido pela Unimed do Brasil e a Central Nacional Unimed, que reúne dirigentes e técnicos das áreas de intercâmbio de todo país, foram anunciados os ganhadores do Prêmio de Excelência Operacional nos Processos de Intercâmbio 2022.
Intercâmbio é o sistema que permite o atendimento dos beneficiários de uma Unimed por médicos e prestadores de serviços de outras Unimeds, considerado um dos grandes diferenciais da marca, que está presente em mais de 84% do território nacional.
Para a premiação foram avaliados o desempenho técnicooperacional e a qualificação nos processos de Intercâmbio, a partir da mensuração dos indicadores que constam no ranking das Unimeds. Nesta edição a Unimed de Marília integrou a lista das 6 Unimeds vencedoras, dentre as mais de 340 cooperativas integrantes do Sistema.
“Quero parabenizar o nosso time de Intercâmbio e agradecer o apoio constante dos nossos dirigentes e dos demais departamentos envolvidos. Essa conquista é de extrema importância pois representa o reconhecimento e a valorização do trabalho desenvolvido, reflexo de todo empenho, comprometimento e dedicação sempre demonstrados pelos nossos colaboradores. ” finaliza Ana Maria Lima, Gerente Financeira da Unimed Marília.
Ministério da Saúde convidou o médico Paulo Grippa para apresentar resultados de procedimentos que têm menos riscos e melhor recuperação dos pacientes e são feitos pelo SUS
O HBU (Hospital Beneficente Unimar) ganhou destaque nacional com a realização de cirurgias bariátricas por meio de videolaparoscopia em pacientes atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Procedimento tem um custo maior, mas garante mais segurança e melhor recuperação dos pacientes. Segundo o médico Paulo Grippa, responsável pelo setor de cirurgia bariátrica, o trabalho visando realizar as cirurgias por videolaparoscopia começou há sete anos. “Eu atuava em outro hospital e ficava incomodado em ter de realizar procedimentos tradicionais (cirurgia aberta) e por uma questão ética pessoal me recusei a continuar a fazer dessa forma, tendo via de acesso menos arriscada para o paciente” destacou. Ao chegar no HBU, Grippa apresentou a proposta de fazer as cirurgias por vídeo. O maior obstáculo era o valor pago pelo SUS (Sistema Único de Saúde). “A cirurgia por vídeo é bem mais cara, cerca de R$ 6,5 mil, enquanto que o SUS só paga R$ 1,7 mil. Era preciso encontrar uma saída para custear a diferença”, explicou. A superintendente da ABHU (Associação Beneficente Hospital Universitário), mantenedora do HBU, Márcia Mesquita Serva Reis, viu que poderia complementar esse custeio por meio de emendas parlamentares e outros convênios. “Quando percebemos que poderíamos custear a diferença com outros recursos, oferecendo aos pacientes SUS um tratamento mais humanizado, com melhor recuperação e menos risco, adotamos a técnica”, salientou. Com a iniciativa, o HBU passou a fazer um número cada vez maior de cirurgias bariátricas por meio de videolaparoscopia, sendo destaque em nível nacional. “O resultado foi tão positivo que nós fomos convidados pelo Ministério da Saúde para apresentar o trabalho que desempenhamos em um congresso em Curitiba (PR). Nós somos exemplo de como otimizar os recursos para melhor atender os pacientes SUS, como preconiza o ‘HumanizaSUS’”, destacou Paulo Grippa. Ele destacou que os atendimentos dos pacientes que necessitam as cirurgias bariátricas começam pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Após passar por equipe multidisciplinar na rede básica e ter o encaminhamento para o serviço de alta complexidade, o paciente inicia um outro processo, que também foi otimizado pelo médico do HBU. O novo método de trabalho desenvolvido pelo HBU consiste em reunir todos os profissionais envolvidos no preparo. Dessa forma, o tempo de espera para fazer os procedimentos caiu de cinco ou seis anos, para alguns meses. “Quando a pessoa vem fazer os exames, procuramos dar a ele o atendimento multidisciplinar, ou seja, todos os exames são feitos em um mesmo dia e com isso ganhamos tempo”, relatou. O paciente é atendido pelo psicólogo, anestesista, nutricionista, clínico, fisioterapeuta, cardiologista e enfermagem. “Com isso reduzimos o tempo de espera. Nós não temos fila de espera em Marília por cirurgia bariátrica”, relatou. O grande desafio é sensibilizar os secretários da Saúde dos municípios da região, para que eles montem serviços de tratamento da obesidade, de acordo com as normas com a linha de cuidado sobrepeso e obesidade do Ministério da Saúde para que além de cuidar da obesidade em si preparem os pacientes para cirurgia confirme as portarias. “Nós atendemos os 62 municípios da região de Marília e sabemos que têm pacientes aguardando por estes procedimentos”, destacou Grippa.
Um casal voltava de uma festa, quando começou a brigar. O marido, revoltado, atropelou então a esposa, e fugiu, antes que a Polícia Militar chegasse.
A vítima relatou à Polícia Militar que discutiu com o companheiro depois de chegarem de uma festa e após a briga, ele a atingiu com o carro e fugiu.
De acordo com a Polícia Militar a mulher apresentava ferimentos no corpo e precisou ser encaminhada ao Hospital do Trabalhador. O marido ainda não foi localizado.
Após deixar o governo, o atual presidente Jair Bolsonaro deve ganhar um salário de cerca de R$ 39,2 mil de seu partido, o PL.
A intenção de Valdemar Costa Neto, dirigente da sigla, é pagar o equivalente ao teto constitucional do setor público, atualmente neste valor.
A previsão, portanto, é de a renda mensal de Bolsonaro gire em torno de R$ 85 mil a partir de 2023.
Bolsonaro, além do salário que receberá do partido, também recebe aposentadoria de militar (R$ 11.945,49) e aposentadoria de deputado federal (R$ 33.763), que foi recentemente aprovada por Arthur Lira (PP), presidente da Câmara.
O PL, também deve bancar para Bolsonaro uma casa em Brasília. Bolsonaro ainda terá direito a advogados, uma equipe própria que conta, inclusive, com assessoria de comunicação, e um gabinete em uma sala ao lado da sede nacional da legenda, com um ambiente reservado à primeira-dama.
O desejo de manter Bolsonaro em Brasília tem dois motivos: o primeiro tem a ver com a vontade do mandatário de permanecer ao lado de sua família. A filha mais nova, Laura, já está ambientada em um colégio na capital federal, segundo aliados. Além disso, três de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Jair Renan, moram lá.
O segundo motivo, e de maior importância para o PL, é a intenção de manter Bolsonaro como o principal líder da direita no país. A ideia é que ele fique perto do Congresso Nacional e participe de reuniões frequentes com parlamentares de oposição a Lula (PT).
Ele também deve ajudar nas eleições municipais de 2024, de forma a aumentar o número de prefeitos e vereadores eleitos do PL, o que fortalecerá o partido para as eleições de 2026.
Porém, apesar dos planos do partido, o PL encontra-se sem recursos, uma vez que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou o bloqueio das contas da sigla.
A medida foi tomada como garantia de que o PL irá pagar a multa que recebeu de Moraes no valor de R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé pela ação golpista no segundo turno das eleições.
O partido entrou com recurso, que ainda não foi julgado. Integrantes da legenda apontam que alguns diretórios já enfrentam dificuldades em pagar salários de funcionários e demais contas.