Angelynn “Angie” Mock se declarou culpada pela morte da mãe de 80 anos; crime ocorreu no Halloween de 2025, no Kansas
Um crime que chocou os Estados Unidos ganhou um novo capítulo após a ex-apresentadora de televisão Angelynn “Angie” Mock, de 47 anos, confessar ter matado a própria mãe, Anita Avers, de 80 anos, a facadas.
Mock se declarou culpada durante audiência no Tribunal Distrital do Condado de Sedgwick, no Kansas. A admissão foi feita diante da juíza Faith Johnson e confirmada pelo Ministério Público local.
O assassinato ocorreu em 31 de outubro de 2025, no Halloween, dentro da residência da família, em Wichita.
Mãe foi encontrada gravemente ferida sobre a cama
A polícia foi acionada pouco antes das 8h para atender uma ocorrência envolvendo possível ataque com arma branca. Ao chegarem ao imóvel, os agentes encontraram Angie do lado de fora da casa, ferida e coberta de sangue.
No interior da residência, Anita estava inconsciente sobre uma cama, com diversos ferimentos provocados por faca.
A idosa chegou a ser socorrida e encaminhada para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.
A própria Angie também recebeu atendimento médico antes de ser colocada sob custódia.
Testemunhas relataram à imprensa local que a ex-apresentadora saiu da residência desorientada, com dificuldades para caminhar e sangue pelo corpo. Durante o atendimento inicial, ela teria afirmado que precisava “se salvar”, declaração que posteriormente passou a integrar os elementos analisados durante a investigação.
Prisão perpétua pode ser aplicada
A sentença está prevista para 5 de outubro de 2026.
Segundo a promotoria, a expectativa é de que Angie Mock seja condenada à prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional após 25 anos de cumprimento da pena, conforme a legislação aplicável ao caso.
Antes de deixar o jornalismo, Angie trabalhou como repórter e apresentadora na Fox 2, em St. Louis, entre 2011 e 2015. Posteriormente, passou a atuar profissionalmente nas áreas de vendas e tecnologia.
COMENTÁRIO DO JP JORNAL O POPULAR
O caso chama atenção não apenas pela brutalidade do crime, mas também pela trajetória da acusada, que durante anos esteve diante das câmeras informando a população. Agora, é ela quem ocupa o centro de uma história criminal que termina com uma confissão e pode resultar em décadas de prisão. Um episódio familiar trágico que atravessou as portas de uma residência e ganhou repercussão internacional.
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