Por Redação JP Jornal O Popular
Na madrugada da última quarta-feira (4), a tranquilidade da cidade de Pompeia foi quebrada — literalmente. Um ato de vandalismo atingiu em cheio a EMEF Prof. Carmelino José Dalsenter e um ônibus escolar que estava estacionado dentro do pátio da unidade. O que era pra ser um lugar seguro virou alvo de pedras e prejuízo.
Segundo imagens de câmeras de segurança de uma residência próxima, um indivíduo ainda não identificado lançou pedras contra o prédio escolar e o ônibus, quebrando janelas da escola e estilhaçando o para-brisa do veículo. O ataque foi feito do lado de fora da escola, o que indica que o criminoso nem precisou entrar para causar o estrago.
A Prefeitura de Pompeia se manifestou, lamentando profundamente o ocorrido. Em nota oficial, a administração classificou o ato como “inaceitável” e reforçou o transtorno gerado aos pais, alunos e à comunidade escolar. Afinal, quem depende do transporte escolar ficou a pé — e como diz o ditado: “Quem espera por ônibus com o vidro quebrado, torce pra mecânica ser ligeira.”
O veículo danificado é essencial para o transporte diário dos estudantes. Já está em processo de conserto com prioridade total, segundo o setor de transportes da prefeitura. A meta é devolver o serviço o quanto antes à rotina dos alunos e professores.
A Polícia Militar foi acionada e o caso está sendo investigado. O autor do crime ainda não foi identificado, mas a expectativa é que as imagens ajudem a colocar essa história em pratos limpos. Porque, como ensina a sabedoria popular: “Pedra que muito rola, um dia para na mão da justiça.”
A Prefeitura reforçou seu compromisso com a segurança e a qualidade do transporte escolar e pede à população que denuncie qualquer movimentação suspeita nas proximidades das escolas. Zelo pelo bem público é dever de todos.
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JP JORNAL O POPULAR comenta:
Quando a violência atinge a escola, atinge também o futuro. Vandalismo não é só quebra-quebra — é um ataque direto à comunidade. Mas Pompeia já mostrou que sabe se reerguer e não vai deixar meia dúzia de pedras calarem a educação. Seguimos acompanhando e cobrando respostas.


