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Um incêndio atingiu o setor de inclusão da Penitenciária de Marília na tarde de terça-feira (25), resultando na morte de sete detentos e deixando 12 pessoas feridas, entre presos e policiais penais. Segundo a SAP, o fogo começou após um interno atear fogo aos próprios pertences.
A fumaça tóxica se espalhou rapidamente e causou as mortes por asfixia. As vítimas foram identificadas oficialmente pela SAP, com idades entre 22 e 44 anos.
Os feridos foram socorridos pelo SAMU, Corpo de Bombeiros e equipes da própria unidade. Pacientes foram encaminhados ao HC, Santa Casa, UPA Norte e UPA Sul. Dois presos já receberam alta e retornaram ao presídio.
O Sindicato dos Policiais Penais afirma que a penitenciária funciona acima da capacidade e com estrutura antiga, fatores que podem ter agravado a tragédia. A SAP instaurou procedimento para apurar responsabilidades e está em contato com familiares.
A perícia deve responder pontos cruciais:
• O que motivou o detento?
• Houve falha estrutural ou operacional?
• A superlotação contribuiu para o desastre?
O JP JORNAL O POPULAR seguirá acompanhando passo a passo o caso e cobrando respostas.
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Comentário JP JORNAL O POPULAR:
“Presídio não é sentença de morte. A sociedade merece respostas claras, rápidas e transparentes.”


