IDOSA DE 70 ANOS É MORTA EM MINAS, E SUSPEITOS TERIAM USADO CARTÃO DELA PARA COMPRAR MACHADINHA E PÁ

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Ramona Irene saiu de Presidente Prudente para encontrar um companheiro; movimentações bancárias ajudaram a polícia a chegar a três homens presos pelo crime

Uma idosa de 70 anos foi morta, teve o corpo parcialmente queimado e enterrado em uma cova rasa em Jaíba, no Norte de Minas Gerais. Três homens foram presos suspeitos de participação no crime.

A vítima, identificada como Ramona Irene, morava em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e havia viajado para Minas Gerais para encontrar um homem com quem mantinha um relacionamento.

Segundo a investigação, Ramona foi levada pelos suspeitos até Jaíba e assassinada durante o trajeto de volta. Um dos envolvidos teria confessado que a idosa foi estrangulada e atingida na nuca com uma machadinha.

Depois do assassinato, o grupo teria tentado carbonizar o corpo e, posteriormente, enterrado a vítima em uma cova rasa.

A investigação avançou após a polícia identificar que a conta bancária de Ramona continuava sendo movimentada mesmo depois de sua morte.

A Polícia Civil de Minas Gerais pediu apoio à Polícia Civil do Distrito Federal. Com auxílio da inteligência da Caixa Econômica Federal e da 35ª Delegacia de Polícia de Sobradinho II, os investigadores rastrearam os locais onde o cartão da vítima estava sendo utilizado.

De acordo com a apuração, os suspeitos teriam usado o dinheiro de Ramona para realizar várias compras. Entre os objetos adquiridos estavam uma machadinha, apontada como a arma utilizada para atingir a vítima, e uma pá, que teria sido usada para enterrar o corpo.

A partir das movimentações bancárias e da identificação dos estabelecimentos comerciais, a polícia conseguiu localizar os três suspeitos.

Eles foram presos e colocados à disposição das autoridades de Jaíba. O caso segue sob investigação para esclarecer a participação de cada envolvido e todas as circunstâncias do homicídio.

COMENTÁRIO DO JP JORNAL O POPULAR

O caso chama atenção pela violência atribuída aos suspeitos e pela sequência de atos praticados após a morte da vítima. As próprias movimentações financeiras acabaram se tornando peças importantes para o avanço da investigação.

Agora, caberá à polícia concluir a apuração e à Justiça definir a responsabilidade de cada acusado.

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