Quando o relógio anda e a resposta não vem, o coração aperta. Há 19 dias, a família de Márcia Ribeiro da Silva vive exatamente assim: entre a esperança e a aflição, entre a fé e o medo do desconhecido. Em Assis, a pergunta que ecoa é uma só: onde está Márcia?
Segundo o boletim de ocorrência, Márcia saiu de casa após uma discussão com o marido. Em um momento de tensão, teria pulado o alambrado da residência e seguido em direção a uma área rural. Desde então, nenhuma notícia, nenhum contato, nenhum sinal de vida. O silêncio, esse sim, tem sido ensurdecedor.
E como diz o ditado popular, “quem espera sempre alcança”, mas quando a espera é longa demais, a dor vira companheira. Márcia faz uso de medicação controlada, o que aumenta ainda mais a preocupação dos familiares.
Último contato e pistas que não se confirmaram
A irmã, Marlene, que registrou o boletim de ocorrência, contou que uma amiga da família entrou em contato trazendo uma informação que reacendeu — e depois esfriou — as esperanças. Pouco antes do celular perder sinal, Márcia teria enviado um áudio dizendo que pretendia pegar um ônibus às 18h, na rodoviária de Assis, com destino a Marília.
Mas, como se diz no povo, “nem tudo que reluz é ouro”. Até agora, essa informação não se confirmou.
“É uma angústia só. São muitos dias sem nenhum sinal”, desabafa Marlene, traduzindo o sentimento de toda a família. O irmão, Carlos Alberto, reforça a aflição: “A gente fica na esperança de encontrá-la logo, mas não tem nenhuma pista”.
Detalhes que podem fazer a diferença
De acordo com relatos da família, Márcia saiu de casa vestindo shorts jeans, blusa e estava descalça. Informações simples, mas que podem ser decisivas. “De grão em grão, a galinha enche o papo” — e, nesse momento, qualquer detalhe pode ajudar.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Assis, que continua apurando as circunstâncias do desaparecimento.
Apelo da família: sua informação pode salvar uma vida
A família faz um apelo direto à população: qualquer informação, por menor que pareça, pode ser fundamental. Quem tiver notícias sobre o paradeiro de Márcia deve procurar imediatamente a polícia.
Porque, no fim das contas, “quem tem boca vai a Roma” — e quem tem informação pode levar uma família de volta ao abraço que falta.
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Comentário do JP Jornal O Popular
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