Recontando a História
Todos os anos, quando o legado de Ayrton Senna é reverenciado, um nome é sistematicamente apagado: Adriane Galisteu. O ciclo de violência recomeça, negando-lhe o direito à própria narrativa. A imprensa ressuscita perguntas sobre sua relação com o piloto, alimentando uma suposta rivalidade por um título que ela nunca buscou: o de viúva.
Reescrevendo o Passado
Entre as páginas dos jornais e os pixels das telas, a memória de Galisteu é manipulada, distorcida e diminuída. A abundância de fotos e relatos de amigos atesta o romance, mas Senna não está mais aqui para confirmar. Mesmo se estivesse, cada um guarda suas próprias lembranças de amores passados.
A Importância da Autenticidade
Para Galisteu, seu relacionamento com Senna foi significativo, independentemente da duração. Algumas relações breves deixam marcas mais profundas que décadas de convivência. Reduzir sua história a um mero capítulo é negar sua complexidade e autenticidade.
O Padrão de Abuso
O que ocorre com Galisteu é mais que uma simples reescrita da história; é um abuso psicológico. É tentar controlar sua memória, manipular sua percepção e diminuir sua autoestima. Negar ou minimizar seu papel na vida de Senna é um claro exemplo de “gaslighting”.
Empoderamento através da Memória
A história está repleta de mulheres cujas memórias foram silenciadas e distorcidas. Galisteu não deve permitir que sua história seja apagada ou manipulada. Ela precisa se apropriar de suas próprias lembranças e resistir à tentativa de diminuir sua importância na vida de um ícone nacional.



