SOLDADOR ACUSADO DE ATACAR MAIS DE 17 MULHERES, COMETER ESTUPROS E ASSASSINATOS TEM SUA PRIMEIRA AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO

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Passa nesta quinta-feira (21) pela primeira audiência de instrução o soldador acusado de cometer uma série de crimes violentos contra mulheres na região noroeste paulista.

José Antônio Miranda da Silva foi preso em São José do Rio Preto no dia 19 de junho de 2020. De acordo com as investigações ele teria estuprado de forma extremamente violenta 17 mulheres.

“O caso foi todo investigado por nós, mas alguns crimes aconteceram em outras cidades. O processo foi desmembrado. A investigação deu bastante trabalho e chamou atenção por conta da quantidade de vítimas. Ele ficou preso um bom tempo preso, mas saiu e voltou a cometer uma série de crimes”, disse o delegado Wander Solgon.

De acordo com o Ministério Público ele foi denunciado por dois homicídios consumados e sete estupros contra nove vítimas.

O promotor responsável pelo caso espera que o soldador seja condenado em 200 anos de prisão.

Na audiência de instrução desta quinta-feira, o réu e as testemunhas de acusação e defesa serão ouvidos. Também serão ouvidos o promotor r o advogado e após o juiz decidirá se o réu será ou não submetido à júri popular.

Na denúncia do Ministério Público consta que José ganhava a confiança das vítimas e as colocava em seu veículo, as levava para um local ermo e depois as estuprava violentamente. Ele enforcava as vítimas com cintos e cordas e riscava seus corpos com facas.

Ele ateou fogo em duas mulheres, uma morreu e a outra conseguiu sobreviver.

Ele mantinha as mulheres em uma mata, começa as estuprar à noite continuava até a madrugada, as vítimas chegavam a desmaiar e ele continuava.

As vítimas que sobreviveram aos ataques ficaram com diversos ferimentos pelo corpo e extremamente abaladas. Algumas se fingiram de mortas para conseguir escapar. Outras precisaram ser internadas em hospitais e fazer tratamento psiquiátrico.

“Pesquisando o passado do denunciado, a polícia descobriu que ela tinha cumprido longa pena criminal pela prática de crimes da mesma natureza, deixando o cárcere recentemente, no final do ano de 2017”, consta em um trecho da denúncia.

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