“Dinheiro liberado, obra travada: TCE aponta falhas em repasse ligado à deputada Dani Alonso”

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Por JP Jornal O Popular “Obra parada e sem plano: dinheiro público vira promessa no papel”, aponta TCE sobre caso ligado à deputada Dani Alonso

Quando o dinheiro público sai rápido, mas a obra fica pelo caminho, o povo não perdoa: “quem paga a conta não aceita conversa fiada”. E foi nesse cenário que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) acendeu o alerta envolvendo recursos destinados pela deputada Dani Alonso.

O ponto crítico da investigação

O TCE identificou irregularidades no uso das chamadas emendas “Pix”, modelo de repasse direto que dispensa burocracias mais rígidas. No caso relacionado à deputada, o recurso foi enviado para a reforma de uma quadra escolar em Mineiros do Tietê.

Mas o que era para ser solução virou problema:
A obra foi iniciada sem plano de trabalho estruturado
E acabou paralisada durante a fiscalização

E como já diz o ditado: “obra sem planejamento é casa sem alicerce — cedo ou tarde, cai”.

Muito além de um caso isolado

O relatório do TCE não ficou só nesse episódio. Ao analisar dezenas de repasses, o órgão encontrou um cenário preocupante: falta de transparência, dificuldade de rastreamento e falhas na execução.

Traduzindo para o dia a dia do cidadão: dinheiro saiu, mas o resultado não apareceu.

E aí entra outro velho ensinamento: “promessa não constrói obra — quem constrói é responsabilidade”.

️ Repercussão

Parlamentares citados nos apontamentos afirmaram que não tinham conhecimento prévio das irregularidades e que devem buscar esclarecimentos.

Enquanto isso, a população segue observando — porque, no fim, “quem vê obra parada, desconfia de história mal contada”.

️ O que isso significa

As emendas “Pix” nasceram com a ideia de agilizar investimentos. Mas, sem controle adequado, podem acabar virando um atalho perigoso.

Porque quando o controle falha, o prejuízo não é político — é público.

Comentário do JP Jornal O Popular

O JP Jornal O Popular reforça: dinheiro público precisa de destino claro, fiscalização firme e resultado visível. Quando isso não acontece, a confiança da população também entra em obra — e, infelizmente, sem previsão de entrega.

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Fonte: Folha de S.Paulo

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