JP JORNAL O POPULAR
Um funcionário de 36 anos, apontado pela Polícia Civil como chefe de manutenção de uma empresa agrícola, acabou atrás das grades após ser suspeito de desviar mais de R$ 280 mil em peças de máquinas.
Segundo os investigadores, o homem teria utilizado o prestígio do cargo — e a confiança que tinha dentro da empresa — para colocar em prática um esquema silencioso, mas altamente lucrativo. Como diz o ditado: “Casa de ferreiro… é lá mesmo que o martelo some!”
O ESQUEMA
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito selecionava peças agrícolas de alto valor e as retirava do estoque como se fossem itens destinados à manutenção rotineira. Porém, ao invés de seguirem para as máquinas, elas iam direto para um outro destino: a revenda por meio de aplicativos de mensagens.
“Era um comércio paralelo que funcionava na surdina”, afirmou um policial que participou da investigação. A empresa só percebeu quando o rombo começou a gritar — afinal, R$ 280 mil não passam despercebidos nem em terra de gigante!
O DESFECHO
Após a denúncia e investigação, a Justiça autorizou uma busca na casa do suspeito. Lá, policiais encontraram diversas peças agrícolas pertencentes à empresa — um verdadeiro “arsenal” de componentes guardados longe do trator que deveria recebê-los.
O homem foi preso em flagrante pelos crimes de receptação e furto qualificado. Ele foi encaminhado à Cadeia de Avaí (SP), onde permanece à disposição da Justiça.
O caso segue em investigação, e novos desdobramentos não estão descartados.
REFLEXO REGIONAL
O episódio acende um alerta para empresas de toda a região: quando o ladrão veste uniforme, o prejuízo costuma entrar pela porta da frente. Como diz a sabedoria popular: “Quem planta malandragem, colhe cadeia.”
Comentário JP JORNAL O POPULAR – Opinião do Editor
Em tempos em que a confiança é um dos pilares das relações de trabalho, casos como este mostram que a esperteza fora da lei sempre cobra seu preço. O JP reforça que transparência, fiscalização moderna e diálogo dentro das empresas são fundamentais para evitar que pequenos desvios virem grandes furtos.
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