JP JORNAL O POPULAR | MARÍLIA E REGIÃO
A Câmara Municipal de Marília analisa nesta segunda-feira o Requerimento nº 460/2026, de autoria do vereador João do Bar, que solicita ao prefeito Vinícius Camarinha a realização de estudos técnicos, administrativos e orçamentários para a implantação de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na região central do município.
A proposta tem como objetivo ampliar e descentralizar os serviços de urgência e emergência, diante da crescente demanda e da sobrecarga registrada nas unidades atualmente concentradas nas regiões Norte e Sul da cidade.
De acordo com o documento, a criação de uma UPA na área central poderá melhorar significativamente o acesso da população aos serviços de saúde, reduzindo o tempo de espera e equilibrando a distribuição dos atendimentos entre as diferentes regiões do município.
Um dos pontos destacados no requerimento é a possibilidade de utilização do prédio da antiga rodoviária, localizado na Rua 24 de Dezembro, onde funcionou a extinta Faculdade de Marília. O espaço, atualmente subutilizado, é considerado estratégico pela localização e potencial estrutural para abrigar a unidade.
Em declaração ao JP JORNAL O POPULAR, o vereador João do Bar ressaltou a relevância da iniciativa:
“Estamos propondo um estudo responsável e necessário. A implantação de uma UPA na região central pode trazer mais eficiência ao sistema de saúde, reduzir a sobrecarga das unidades existentes e garantir atendimento mais ágil à população.”
O requerimento também solicita que o Executivo informe se há planejamento em andamento para expansão da rede de urgência e emergência, além de esclarecer a viabilidade técnica, estrutural e orçamentária da proposta.
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COMENTÁRIO DO JP JORNAL O POPULAR
A proposta apresentada pelo vereador João do Bar traz à pauta um tema essencial para o município: a ampliação do acesso à saúde pública. A iniciativa, ao priorizar estudos técnicos e o aproveitamento de estrutura já existente, demonstra alinhamento com soluções viáveis e de interesse coletivo. O avanço da medida dependerá agora da análise e posicionamento do Poder Executivo.


