️ “Denúncia polêmica cita vereador Guilherme Burkão e levanta suspeita de influência política em protesto no Paço Municipal”

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JP Jornal O Popular – Marília e Região

Uma denúncia sensível e de forte repercussão política chegou à redação do JP Jornal O Popular e colocou no centro do debate um protesto realizado por ex-funcionárias da empresa GF em frente à Prefeitura de Marília. O movimento, que à primeira vista se apresenta como reivindicação trabalhista, passou a ser questionado após surgirem indícios de possível articulação política envolvendo o vereador Guilherme Burkão.

De acordo com informações apuradas pelo JP, o movimento estaria sendo liderado por uma ex-servidora/ex-funcionária, apontada como próxima ao vereador. O que chama ainda mais atenção é que, conforme a denúncia, a ex-servidora aparece em registros articulando o protesto ao lado de Tano, assessor ligado ao gabinete de Burkão.

No bastidor da política, vale o ditado: quando o jogo é grande, o tabuleiro não aparece inteiro.

️ Pontos que tornam a denúncia ainda mais grave

A denúncia afirma que, além da organização do protesto, existiria uma suposta captação de trabalhadores para advogados trabalhistas, com promessa de comissão sobre honorários. A acusação foi feita por uma ex-funcionária que pediu anonimato, alegando receio de retaliações.

Ela relata que, mesmo após o pagamento realizado diretamente pela Prefeitura, advogados seguem insistindo na cobrança de 30% de honorários, o que teria causado apreensão entre os beneficiados. Se confirmada, a prática pode levantar questionamentos jurídicos e éticos relevantes.

️ Esclarecimento do Município

Procurada pelo JP Jornal O Popular, a Prefeitura informou que os pagamentos estão sendo feitos diretamente aos trabalhadores, destacando que não há valores devidos a título de honorários advocatícios, já que a ação judicial que autorizou os repasses foi movida pelo próprio Município. Sobre a denúncia, a administração informou que irá oficiar a Delegacia de Polícia, o Ministério Público e o Juizado competente para apuração dos fatos.

O foco, portanto, não recai sobre a Prefeitura, mas sim sobre os bastidores e a condução do movimento.

Três perguntas que seguem sem resposta

Qual é, de fato, o grau de envolvimento político no protesto e qual o papel atribuído ao vereador citado na denúncia?

Há indícios concretos de intermediação irregular entre trabalhadores e advogados, com promessa de comissão sobre honorários?

Por que pessoas sem qualquer vínculo com a empresa GF estariam participando ativamente de um movimento de caráter trabalhista?

Comentário do JP Jornal O Popular

Denúncias que misturam política, dinheiro e trabalhadores exigem cautela, transparência e investigação. O jornalismo não julga, mas questiona. Quando nomes públicos são citados, a apuração se torna ainda mais necessária. Em tempos de versões cruzadas, a verdade só aparece quando a luz é acesa.

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