Operação mira contratos suspeitos envolvendo recursos do SUS e empresas sem capacidade técnica
A casa caiu cedo em Pirajuí! Logo no raiar de quarta-feira (19), a Polícia Federal bateu à porta de endereços ligados à investigação de supostas irregularidades em licitações públicas do município. O alvo? Contratos pagos com dinheiro do SUS — que deveriam servir à saúde da população — mas que, segundo denúncias enviadas ao Ministério Público de São Paulo, podem ter tomado outro rumo.
De acordo com a PF, as apurações apontam que a coleta e o transporte de resíduos de saúde teriam sido contratados sem licitação, e o mais surpreendente: com microempreendedoras recém-criadas, sem preparo ou estrutura para desempenhar o serviço. A suspeita é que o “jogo já estava combinado” antes mesmo da bola rolar.
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região autorizou três mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos na cidade. Os investigados podem responder pelos crimes de contratação direta ilegal, frustração de concorrência pública e, claro, o que mais aparecer desse balaio conforme a investigação avança.
Em nota, a Prefeitura de Pirajuí tentou esfriar o caldeirão e afirmou que as buscas não ocorreram dentro das dependências da administração municipal, além de garantir que está colaborando com todo o processo.
Mas como diz o velho ditado: “Quem não deve, não teme. Mas quem deve… treme!”
E o povo quer saber: se tem dinheiro público envolvido, a conta vai ter que fechar — e com transparência.
Comentário JP Jornal O Popular
A população merece respeito e cada centavo investido na saúde deve ser tratado como coisa sagrada. Fica o alerta: o papel da imprensa é acompanhar, fiscalizar e cobrar. E nós estaremos mais atentos do que nunca. Afinal, quando a verdade bate à porta, ninguém segura a notícia!
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