Uma noite que deveria terminar em paz virou caso de polícia — e dos graves. No Distrito de Tibiriçá, em Bauru, uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante por injúria racial depois de ofender um policial militar durante uma ocorrência de briga doméstica.
Segundo o Boletim de Ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para atender um desentendimento entre duas moradoras. Uma delas, armada com uma faca, teria ameaçado a outra, dando início à confusão. Ao chegarem, os policiais encontraram ambas do lado de fora da residência, já exaltadas.
Como diz o ditado, “onde há fumaça, há fogo” — e ali o clima era de labareda. A suspeita, bastante alterada, chegou a chutar tanto a vítima quanto os próprios policiais, obrigando a equipe a usar algemas para contê-la.
Mas a situação, que já era séria, ganhou contornos ainda mais pesados quando, no meio do tumulto, a mulher passou a insultar um dos PMs com ofensas racistas, chamando-o de “preto” e “macaco”. Um ataque vil, criminoso e carregado de preconceito que, segundo a lei, não passa impune.
Diante da gravidade dos xingamentos, ela foi conduzida ao Plantão Policial de Bauru, onde teve a prisão em flagrante por injúria racial decretada. Além disso, deverá responder também por lesão corporal, desacato e resistência à prisão.
Racismo não é brincadeira, não é opinião e muito menos “nervosismo do momento”. É crime — e o caso reforça que a lei está aí para ser cumprida.
Comentário JP JORNAL O POPULAR
Justiça tem que ser feita sem “puxadinho” e sem passar pano. Quando o respeito falta, a lei entra. E casos como esse mostram que o combate ao racismo precisa ser firme, claro e constante. Aqui no JP, a gente segue de olho e com a responsabilidade de mostrar a verdade nua e crua, do jeito que o povo entende.
Participe do canal do JP JORNAL O POPULAR Marília e Região no WhatsApp: 014 99797-3003


